quinta-feira, 20 de maio de 2010

VAMPIRO BRASILEIRO

Com a onda de vampirismo que invadiu a literatura, cinema e seriados de TV, autores e diretores estrangeiros fazem fama e somam numerários.


Anne Rice (A Rainha dos Condenados), Stephenie Meyer (Crepúsculo) e Lisa Jane Smith (Diários do Vampiro) todos conhecem. Mas...quem já ouviu falar de André Vianco? Escritor, brasileiro, 33 anos, especialista em aventuras que envolvem mistério e terror. Esse paulista já escreveu 14 obras. Entre elas destacam-se: “Os Sete” e “Bento”. Cada uma delas figura como o primeiro volume de duas séries de arrepiar.


A primeira segue com “Sétimo”. Em “Os Sete”, André conta como os vampiros surgiram no Brasil, vindos da Europa em uma caravela. Daí, desenrola-se uma trama que deu origem ao “O Turno da Noite” (série subdividida em “Os Filhos de Sétimo”, “Revelações” e “O Livro de Jó”).
Já “Bento” é o começo de uma trilogia sobre os embates entre humanos e vampiros após o fenômeno da “noite maldita” (data em que o mundo foi assolado pelas criaturas da noite). A saga continua com “O Vampiro-rei I” e “O Vampiro-rei II”. Uma deliciosa história que traz em seus cenários: lugares, marcas e músicas contemporâneas da cultura brasileira e mundial. Esse é o segredo deste jovem escritor - uma narrativa leve, descontraída, com ingredientes que fazem parte do dia a dia do leitor.


Os livros deram o que falar. Suas histórias de luta e sangue instituíram uma legião de fãs. Assim, de olho nesse público sedento, o Play Center realizou, em agosto de 2009, a Noite do Terror, com a presença e atuação dos personagens de Vianco. Mas nem só de sangue vive o autor. Outras obras como “A Casa” e “Sementes no Gelo” abordam temas como ciência e sentimentos.



André é jovem, antenado e interage com seus leitores de várias formas: Twitter, site, blog, Orkut e outras mídias sociais.
Quem quiser conhecer mais sobre seus contos e romances pode acessar www.andrevianco.net/.

Eu li, estou lendo e recomendo. Digo mais: as tramas de Lucas e Cantarzo (personagens da trilogia que começa com “Bento”) renderiam um ótimo filme.


Por: Mabel Antunes

quinta-feira, 22 de abril de 2010

PLACA INDICA PROIBIÇÃO DE SALTO EM EMPRESA ALEMÃ

Advertência foi colocada no caminho do escritório.
Empresa alega prezar por integridade física das funcionárias.
(Foto: AFP)



Do G1, em São Paulo
Uma empresa da Alemanha colocou uma placa de advertência que pode “ferir” o visual de suas funcionárias, mas não sua integridade física. O laboratório Boehringer Ingelheim, na cidade de Ingelheim, proibiu suas colaboradoras de usar salto alto em sua área interna.
Os sinais com a proibição já estão espalhados pelos caminhos ao redor do escritório. A justificativa da empresa é que o calçamento é feito de pedras e caminhar com esse tipo de calçado sobre o local pode causar acidentes.
Não para o salto alto na Alemanha

Pequeno comentário (Lucyana Mesquita): Se essa moda pegar, milhares de mulheres que andam de salto no Centro do Rio vão ter que carregar um par de sandálias Havaianas na bolsa...

terça-feira, 13 de abril de 2010

UM RIO DE LÁGRIMAS

Texto: Lucyana Mesquita

As fortes chuvas começaram na noite de segunda-feira e rapidamente a cidade do Rio se transformou num caos geral. Carros e motos foram engolidos por buracos ou levados pela correnteza das ruas alagadas. As pessoas tentaram, em vão, voltar pra suas casas. Bairros ficaram ilhados e sem energia elétrica.


A situação foi tão crítica que as autoridades pediram que a população ficasse em casa na terça-feira. As aulas foram suspensas, o comércio ficou fechado o dia inteiro. A sensação de quem passava pelo Centro do Rio era de uma cidade fantasma. Deslizamentos de terra interditaram as principais vias de acesso. Os ventos fortes também prejudicaram quem tentava chegar à cidade. A Ponte Rio-Niterói ficou fechada por quase três horas. Aviões foram impedidos de aterrissar por causa do mau tempo.


Mas o pior de tudo isso foi ver famílias sendo destruídas, pessoas perdendo seus pais, filhos, netos, irmãos e amigos, numa das maiores tragédias já vistas no estado. Como num efeito de mágica, casas desapareciam completamente, num piscar de olhos. E o que se via depois era um cenário de horror: choro, gritos, dor e desespero. Em meio a tudo isso, o instinto de luta pela vida falou mais alto. Antes mesmo da chegada das equipes de resgate, voluntários se arriscavam para encontrar alguém entre os escombros.


A cada pessoa retirada viva dos destroços era uma vitória, e dava mais força, mais garra àqueles que viravam a noite à procura de mais vítimas. A cada corpo encontrado, a sensação de que não somos nada além do que um sopro, mas, que mesmo assim, vale a pena lutar por ele.
Mais uma vez, a população carente foi a maior vítima. Até agora, são mais de 15 mil desabrigados. Em São Gonçalo, as águas chegaram até quase o teto das casas. Niterói foi a cidade mais atingida. E a situação se agravou ainda mais na quarta-feira à noite, quando a comunidade do Bumba, em Viçoso Jardim, foi atingida por uma avalanche, arrastando mais de sessenta casas. Ao revirar os destroços, bombeiros descobriram que a área já foi um aterro sanitário. Um quadro desolador. O prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, decretou estado de calamidade pública e luto oficial de sete dias na cidade. As buscas por possíveis sobreviventes continuam até hoje.
A tragédia não tem rosto: ela atinge a todos nós. Seja através dos noticiários, ou por algum caso próximo. O fato é que ninguém que mora no Rio vai esquecer do que aconteceu. Se foi um recado da natureza, ninguém sabe. O que importa agora é a nossa solidariedade. O que importa agora é lembrar de como o povo do Rio é, mais uma vez um herói. Paisagens magníficas não são nada se compararmos ao que a população do Rio é capaz. E eu tenho certeza de que, com a ajuda de Deus, o povo do Rio de Janeiro vai superar mais esse obstáculo e vai dar a volta por cima.
A foto foi cedida pelo Guia de Niterói - Morro do Beltrão - Santa Rosa - Niterói - RJ

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

UMA VÍRGULA !


Campanha dos 100 anos da ABI(Associação Brasileira de Imprensa)


Vírgula pode ser uma pausa... ou não.

Não, espere.

Não espere.


Ela pode sumir com seu dinheiro.

23,4.

2,34.


Pode criar heróis...

Isso só, ele resolve.

Isso só ele resolve.


Ela pode ser a solução.

Vamos perder, nada foi resolvido.

Vamos perder nada, foi resolvido.


A vírgula muda uma opinião.

Não queremos saber.

Não, queremos saber.


A vírgula pode condenar ou salvar.

Não tenha clemência!

Não, tenha clemência!


Uma vírgula muda tudo.



Agora, leia esta frase:


SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.


* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER....

* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

MSN no trabalho - prós e contras

Por: Janaína Bernardes

O assunto é polêmico. Algumas empresas o adotam, outras não. A cada dia aparecem novas maneiras de burlar as regras e acessar o msn (oficialmente Windows Live Messenger) dos locais em que ele é proibido. Afinal, ele distrai ou ajuda a produzir? Essa é uma das questões que vem sendo aprofundada no cotidiano das empresas que utilizam a internet.


Os que defendem o uso da ferramenta no horário comercial têm importantes justificativas: economia de telefone, velocidade da comunicação, contato direto com clientes, fornecedores, parceiros e colegas de trabalho, facilitando a interação e a produção. Os que são contra apontam a falta de concentração e de segurança como os principais pontos a serem observados.


Um estudo feito pelo Núcleo de Informação e Comunicação do Ponto BR (NIC.br) em 2008, apontou que 30% das empresas pesquisadas, independente de seu porte ou segmento de atuação, estão adotando cada vez mais os "mensageiros instantâneos" e deixando de lado as mensagens via e-mail, principalmente por conta do crescente número de ameaças virtuais.


Certamente, trata-se de uma excelente ferramenta de comunicação e negligenciá-la seria um retrocesso para qualquer empresa. Porém, sua utilização necessita de critérios, pois o uso irrestrito pode causar sérios danos, ligados tanto à segurança da informação, pois os vírus também chegam através dela, quanto à produtividade dos colaboradores.


Por parte da empresa, ficaria a responsabilidade de controlar o uso de alguns recursos, como por exemplo, envio e recebimento de arquivo e "emoticons", e por parte do funcionário, saber usar com bom senso os recursos de status que a ferramenta oferece, como "ocupado", "ausente", "em reunião" e resistir à tentação de responder aos "chamados” quando estiver focado em outra atividade.