segunda-feira, 11 de julho de 2011

Reapredendo a pedalar

Olá!
Muito tempo sem postar. Muito tempo meeesmo! Muita coisa pra reformular, desde o subtítulo até a equipe. No momento; só eu. Sem problemas.
Escrever em um blog é como andar de bicicleta: Você aprende. Depois de um tempo você abandona as rodinhas, mais tarde você abandona a turminha do bairro, depois opta por caminhos alternativos, enjoa, volta a andar pelos velhos caminhos da segurança, mas aí...aí você já anda sozinha, e depois entra na academia e deixa a bicicleta de lado. Quando lembra que ela existe pode até rolar um receio se ainda sabe "pilotar a bike". Na verdade você nunca esquece, porém, com certeza, perde a prática.
E na hora de recomeçar qual o caminho certo? Sei lá. Vou continuar com meu mix de coisas que me interessam e quem sabe interessem a alguém, outrem ou sei lá quem. A verdade é que fiquei mal acostumada com o curte, comenta e compartilha do FB. O cérebro atrofiou e estou quase virando fruta. Será? Hummm.....vc, vc, vc, vc, vc quer!?
Bem pelo menos eu comento né...e já acho pouco. Não sei como tem gente que consegue ser apenas voyer de FB. Tenho um amigo que confessou essa prática e ainda acrescentou: "Voyer de Facebook só não. Voyer de muitas outras coisas". O que ele quis dizer com isso? Não sei. Mas ainda bem que ele não mora perto de mim...rsrsrs

quarta-feira, 2 de junho de 2010

RÁDIO CORREDOR OU FOFOCA CORPORATIVA?


Por: Janaína Bernardes


O nome não importa. O fato é que a prática existe e de acordo com o escritor Oscar Wilde, dono também da célebre frase “Há apenas uma coisa no mundo pior do que falarem mal de você: é não falarem sobre você”, a fofoca no ambiente de trabalho pode até ser positiva. Estudos feitos em diversos países e divulgados na revista Você S/A comprovaram que as pessoas dedicam de um quinto a dois terços de suas conversas diárias “dando com a língua nos dentes”. Mas, ao contrário do que muitos pensam (principalmente os chefes), jogar conversa fora pode assumir aspectos positivos e até mesmo ajudar na carreira, pois é nos papos informais que dá para conhecer melhor as pessoas, por exemplo, entender quem é quem na diretoria, como é o temperamento do novo chefe e até mesmo entender as regras implícitas da empresa.

Mas é preciso cuidado com os “disse-me-disses” corporativos. Participar de “zunzunzum” não significa ficar no corredor o dia todo, nem dar credibilidade a tudo que se ouve. É preciso saber discernir as informações que chegam e até mesmo as suas fontes, pois sempre vai existir aquele interessado em distribuir maledicências e prejudicar alguém. Desse, mantenha sempre distância! Mas se, por exemplo, a informação chegar de duas ou três pessoas diferentes, não custa ficar atento e observar. E antes de comprar a história e passar adiante, é melhor verificar a veracidade dos fatos.

Entretanto, entre escolher pelas rádios não-oficiais, que sempre inspiram desconfiança, e a informação eficiente possibilitada através dos setores de Recursos Humanos e Comunicação Interna, opte pelo segundo caminho. Para reforçar a ideia, acrescentamos um texto bem conhecido para reflexão e que pode ser aplicado tanto à vida pessoal como profissional: “As três peneiras de Sócrates":
“Um homem foi ao encontro de Sócrates levando ao filósofo uma informação que julgava de seu interesse:- Quero contar-te uma coisa a respeito de um amigo teu!- Espera um momento – disse Sócrates – Antes de contar-me, quero saber se fizeste passar essa informação pelas três peneiras.- Três peneiras? Que queres dizer?- Vamos peneirar aquilo que quer me dizer. Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da verdade. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?- Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.- A segunda peneira é a da bondade. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?Envergonhado, o homem respondeu:- Devo confessar que não.- A terceira peneira é a da utilidade. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?- Útil? Na verdade, não.- Então, disse-lhe o sábio, se o que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem útil, então é melhor que o guardes apenas para ti”.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

VAMPIRO BRASILEIRO

Com a onda de vampirismo que invadiu a literatura, cinema e seriados de TV, autores e diretores estrangeiros fazem fama e somam numerários.


Anne Rice (A Rainha dos Condenados), Stephenie Meyer (Crepúsculo) e Lisa Jane Smith (Diários do Vampiro) todos conhecem. Mas...quem já ouviu falar de André Vianco? Escritor, brasileiro, 33 anos, especialista em aventuras que envolvem mistério e terror. Esse paulista já escreveu 14 obras. Entre elas destacam-se: “Os Sete” e “Bento”. Cada uma delas figura como o primeiro volume de duas séries de arrepiar.


A primeira segue com “Sétimo”. Em “Os Sete”, André conta como os vampiros surgiram no Brasil, vindos da Europa em uma caravela. Daí, desenrola-se uma trama que deu origem ao “O Turno da Noite” (série subdividida em “Os Filhos de Sétimo”, “Revelações” e “O Livro de Jó”).
Já “Bento” é o começo de uma trilogia sobre os embates entre humanos e vampiros após o fenômeno da “noite maldita” (data em que o mundo foi assolado pelas criaturas da noite). A saga continua com “O Vampiro-rei I” e “O Vampiro-rei II”. Uma deliciosa história que traz em seus cenários: lugares, marcas e músicas contemporâneas da cultura brasileira e mundial. Esse é o segredo deste jovem escritor - uma narrativa leve, descontraída, com ingredientes que fazem parte do dia a dia do leitor.


Os livros deram o que falar. Suas histórias de luta e sangue instituíram uma legião de fãs. Assim, de olho nesse público sedento, o Play Center realizou, em agosto de 2009, a Noite do Terror, com a presença e atuação dos personagens de Vianco. Mas nem só de sangue vive o autor. Outras obras como “A Casa” e “Sementes no Gelo” abordam temas como ciência e sentimentos.



André é jovem, antenado e interage com seus leitores de várias formas: Twitter, site, blog, Orkut e outras mídias sociais.
Quem quiser conhecer mais sobre seus contos e romances pode acessar www.andrevianco.net/.

Eu li, estou lendo e recomendo. Digo mais: as tramas de Lucas e Cantarzo (personagens da trilogia que começa com “Bento”) renderiam um ótimo filme.


Por: Mabel Antunes

quinta-feira, 22 de abril de 2010

PLACA INDICA PROIBIÇÃO DE SALTO EM EMPRESA ALEMÃ

Advertência foi colocada no caminho do escritório.
Empresa alega prezar por integridade física das funcionárias.
(Foto: AFP)



Do G1, em São Paulo
Uma empresa da Alemanha colocou uma placa de advertência que pode “ferir” o visual de suas funcionárias, mas não sua integridade física. O laboratório Boehringer Ingelheim, na cidade de Ingelheim, proibiu suas colaboradoras de usar salto alto em sua área interna.
Os sinais com a proibição já estão espalhados pelos caminhos ao redor do escritório. A justificativa da empresa é que o calçamento é feito de pedras e caminhar com esse tipo de calçado sobre o local pode causar acidentes.
Não para o salto alto na Alemanha

Pequeno comentário (Lucyana Mesquita): Se essa moda pegar, milhares de mulheres que andam de salto no Centro do Rio vão ter que carregar um par de sandálias Havaianas na bolsa...

terça-feira, 13 de abril de 2010

UM RIO DE LÁGRIMAS

Texto: Lucyana Mesquita

As fortes chuvas começaram na noite de segunda-feira e rapidamente a cidade do Rio se transformou num caos geral. Carros e motos foram engolidos por buracos ou levados pela correnteza das ruas alagadas. As pessoas tentaram, em vão, voltar pra suas casas. Bairros ficaram ilhados e sem energia elétrica.


A situação foi tão crítica que as autoridades pediram que a população ficasse em casa na terça-feira. As aulas foram suspensas, o comércio ficou fechado o dia inteiro. A sensação de quem passava pelo Centro do Rio era de uma cidade fantasma. Deslizamentos de terra interditaram as principais vias de acesso. Os ventos fortes também prejudicaram quem tentava chegar à cidade. A Ponte Rio-Niterói ficou fechada por quase três horas. Aviões foram impedidos de aterrissar por causa do mau tempo.


Mas o pior de tudo isso foi ver famílias sendo destruídas, pessoas perdendo seus pais, filhos, netos, irmãos e amigos, numa das maiores tragédias já vistas no estado. Como num efeito de mágica, casas desapareciam completamente, num piscar de olhos. E o que se via depois era um cenário de horror: choro, gritos, dor e desespero. Em meio a tudo isso, o instinto de luta pela vida falou mais alto. Antes mesmo da chegada das equipes de resgate, voluntários se arriscavam para encontrar alguém entre os escombros.


A cada pessoa retirada viva dos destroços era uma vitória, e dava mais força, mais garra àqueles que viravam a noite à procura de mais vítimas. A cada corpo encontrado, a sensação de que não somos nada além do que um sopro, mas, que mesmo assim, vale a pena lutar por ele.
Mais uma vez, a população carente foi a maior vítima. Até agora, são mais de 15 mil desabrigados. Em São Gonçalo, as águas chegaram até quase o teto das casas. Niterói foi a cidade mais atingida. E a situação se agravou ainda mais na quarta-feira à noite, quando a comunidade do Bumba, em Viçoso Jardim, foi atingida por uma avalanche, arrastando mais de sessenta casas. Ao revirar os destroços, bombeiros descobriram que a área já foi um aterro sanitário. Um quadro desolador. O prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, decretou estado de calamidade pública e luto oficial de sete dias na cidade. As buscas por possíveis sobreviventes continuam até hoje.
A tragédia não tem rosto: ela atinge a todos nós. Seja através dos noticiários, ou por algum caso próximo. O fato é que ninguém que mora no Rio vai esquecer do que aconteceu. Se foi um recado da natureza, ninguém sabe. O que importa agora é a nossa solidariedade. O que importa agora é lembrar de como o povo do Rio é, mais uma vez um herói. Paisagens magníficas não são nada se compararmos ao que a população do Rio é capaz. E eu tenho certeza de que, com a ajuda de Deus, o povo do Rio de Janeiro vai superar mais esse obstáculo e vai dar a volta por cima.
A foto foi cedida pelo Guia de Niterói - Morro do Beltrão - Santa Rosa - Niterói - RJ